Simule o crescimento do seu dinheiro mês a mês e veja o resultado sem as distorções que a maioria das calculadoras deixa passar: a inflação corroendo o poder de compra e o Imposto de Renda mordendo o rendimento no resgate.
Montante final
R$ 0,00
Prazo de 0 meses · taxa equivalente de 0,00% ao ano
Convertido em renda mensal
R$ 0,00 / mês
Sacando 0,00% ao mês do montante final sem tocar no principal
O Imposto de Renda estimado usa o prazo total da simulação para achar a alíquota. Na prática, aportes mais recentes ficam menos tempo aplicados e pagariam uma alíquota um pouco maior, então este é um valor aproximado.
A cada mês, o rendimento passa a incidir também sobre os juros do mês anterior, não só sobre o valor original aplicado. É esse efeito bola de neve que faz a curva disparar depois de alguns anos, mesmo com aportes modestos. Nesta calculadora, o aporte de cada mês entra depois do rendimento daquele mês e passa a render a partir do mês seguinte.
Ver um milhão de reais no final da simulação impressiona, mas esse valor só significa alguma coisa se comparado ao que ele compra. Se a inflação média for de 4% ao ano ao longo de 30 anos, uma boa parte desse total só está cobrindo a perda de valor da moeda, não é ganho real. Por isso a calculadora mostra o valor final também em poder de compra de hoje.
Aplicações de renda fixa tributáveis seguem a tabela regressiva: quanto mais tempo o dinheiro fica investido, menor a alíquota sobre o rendimento.
O imposto incide apenas sobre o lucro, o valor que você aportou nunca é tributado. Poupança, LCI, LCA e alguns outros papéis são isentos para pessoa física.
Depois de acumulado, o patrimônio pode virar uma fonte de renda mensal sem precisar ser consumido: basta sacar uma fatia menor do que ele rende. Se o valor sacado por mês for menor que o rendimento do período, o principal se mantém e a renda pode continuar indefinidamente. A taxa de retirada usada aqui é ajustável, já que o ideal depende do tipo de investimento e do quanto de segurança você quer ter.