Informe seu salário bruto e veja quanto cai na conta depois do INSS e do Imposto de Renda, já considerando a faixa de isenção ampliada de 2026.
Salário líquido estimado
R$ 0,00
Alíquota efetiva total (INSS + IR): 0,0%
O 13º salário e as férias têm regras próprias de tributação e não entram nesta conta, que se refere apenas ao salário mensal.
O desconto de INSS é progressivo: o salário passa por faixas e cada parte paga a alíquota da faixa em que se encaixa, não a alíquota final sobre o total. Um salário de R$ 4.000, por exemplo, tem uma fatia tributada a 7,5%, outra a 9% e outra a 12%. Acima de R$ 8.475,55 o desconto para de crescer, porque esse é o teto da contribuição em 2026.
Desde a Lei 15.270/2025, quem ganha até R$ 5.000 brutos por mês fica isento de Imposto de Renda na fonte. Entre R$ 5.000 e R$ 7.350 existe uma redução parcial, calculada por uma fórmula que diminui aos poucos até desaparecer nesse teto. Acima de R$ 7.350 o cálculo volta a seguir só a tabela progressiva tradicional, sem nenhum desconto extra.
Cada dependente declarado reduz R$ 189,59 da base sobre a qual o IR é calculado. Pensão alimentícia e plano de saúde também entram como deduções legais, e podem substituir o desconto simplificado de 20% quando a soma delas for maior. O sistema sempre usa a opção que resulta em menos imposto, exatamente como a folha de pagamento faz.